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	<title>Fluxo Morte Media &#187; mito</title>
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		<title>A aceleração da morte</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Dec 2016 19:24:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Albertino Gonçalves]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Morte]]></category>
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		<category><![CDATA[aceleração]]></category>
		<category><![CDATA[cavalo]]></category>
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		<description><![CDATA[“Tarde, cerca da meia-noite, guiado pela juventude Que comanda os enamorados, ia ver a minha amante. Completamente só, além do Loire, e passando por um desvio Aproximando-me de uma grande cruz numa encruzilhada, Oiço, parecia-me, uma caça cheia de latidos De cães que me seguiam, passo a passo, o rastro; Vi perto de mim, sobre [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.lasics.uminho.pt/fluxo_morte_media/wp-content/uploads/2016/12/Trail-Cavalos.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-276" src="http://www.lasics.uminho.pt/fluxo_morte_media/wp-content/uploads/2016/12/Trail-Cavalos.png" alt="Trail Cavalos" width="1824" height="1024" /></a></p>
<blockquote><p>“Tarde, cerca da meia-noite, guiado pela juventude<br />
Que comanda os enamorados, ia ver a minha amante.<br />
Completamente só, além do Loire, e passando por um desvio<br />
Aproximando-me de uma grande cruz numa encruzilhada,<br />
Oiço, parecia-me, uma caça cheia de latidos<br />
De cães que me seguiam, passo a passo, o rastro;<br />
Vi perto de mim, sobre um grande cavalo negro,<br />
Um homem que só tinha os ossos, ao vê-lo,<br />
Estende-me uma mão para me montar na garupa.”</p></blockquote>
<p>(Ronsard, Pierre de (1524-1585), <em>Oeuvres complètes de Pierre Ronsart</em>, Paris, P. Janet,1857-1867, pp. 134-135. Tradução minha, AG).</p>
<p><iframe width="474" height="267" src="https://www.youtube.com/embed/CXFq6Z-gc6Q?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Anunciante: Rail Safety. Título: Horsepower. Agência: Marketforce Perth. Austrália, Agosto 2011.</p>
<p>O anúncio <em>Horsepower</em>, da Rail Safety, é um concentrado de símbolos e emoções. O galope é avassalador e imparável. Galopam os cavalos e galopa o anúncio. Galopam, ainda, o coração e a imaginação. O esquartejamento e barba sugerem as trevas medievais. As correntes metálicas e a carroçaria do comboio são frias e mortíferas. Os mitos associam os cavalos à morte, nomeadamente quando são negros como o cavalo que guia a manada. O final, em plena velocidade, sobressalta o espectador: um arrepio de quem sente passar a morte! Ameaçado entre potências, o ser humano descobre-se frágil como o viajante de Pierre Ronsart.</p>
<blockquote><p>“Os cavalos da morte são, na maioria, negros, como Charos, Deus da morte dos Gregos modernos. Negros são também, na maioria das vezes, os corcéis da morte, cuja cavalgada infernal perseguiu durante muito tempo os viajantes perdidos, na França assim como em toda a cristandade (Chevalier, Jean &amp; Gheerbrant, Alain, <em>Dictionnaire des Symboles</em>, Paris, Ed. Robert Laffont, 1969, p. 226).</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
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